Sete mil milhões de pessoas, sete mil milhões de Singularidades num oceano de multiplicidades onde a importancia de cada um é diluida na multidão. Mesmo que os olhos sejam a janela da alma o mundo de cada um é conhecido apenas pelo próprio onde a solidão se apodera a cada passo, nascemos acompanhados e morremos sozinhos, num mundo onde a evolução e a tecnologia aproxima-nos dos que estão longe mas afasta-nos dos que estão perto.